A pobreza na Argentina atingiu 40,1% da população no primeiro semestre de 2023, de acordo com dados oficiais divulgados nesta quarta-feira, 27. Isso ocorre apenas algumas semanas antes das eleições presidenciais, em um momento marcado pela situação econômica crítica.
Além disso, o Indec, o instituto estatal de estatística, revelou que 9,3% da população enfrenta a extrema pobreza, o que significa que não possuem recursos suficientes para suprir necessidades alimentares básicas.
Eduardo Donza, pesquisador do Observatório da Dívida Social Argentina da Universidade Católica Argentina (UCA), explicou à AFP: “Os preços estão em alta e a renda das famílias não se recupera. Com o tempo, ela continua abaixo, com perdas significativas de um mês para o outro”.
A inflação elevada é o principal fator que influencia essa medição de pobreza. Ela encerrou em 50,7% no primeiro semestre e continuou a subir para 80,2% até agosto, quando atingiu o maior valor mensal em três décadas (12,4%).
Mais uma prova da desgraça econômica que acompanha os governos da Esquerda. Infelizmente, uma nova Venezuela se forma na américa latina do Foro de São Paulo


