Crítica: Assassino por Acaso vale a pena pelo carisma de Glen Powell

    -Publicidade -
    -Publicidade -

    Relacionadas

    Encontro e Mais Você têm piores audiências do ano nessa quarta (18/12)

    Nessa quarta-feira (18/12), a Globo enfrentou uma manhã de...

    Morte, barraco e traição: três viradas que vão abalar Renascer

    Mariana (Theresa Fonseca) pelo visto só engana João Pedro...

    Todo Mundo Odeia o Chris ganha nova versão com base do elenco original

    Todo Mundo Odeia o Chris, série estadunidense popular no...

    compartilhe

    Após o sucesso de Todos Menos Você, Glen Powell está de volta as telas de cinema como Gary Johnson, um falso assassino de aluguel. Na trama, ele trabalha ao lado da polícia e ajuda a prender pessoas que encomendam mortes, até se apaixonar por uma possível cliente, Madison (Adria Arjona). 

    O filme é inspirado na história real de um homem que nasceu na Louisiana, serviu na guerra do Vietnã e, ao retornar para os Estados Unidos, começa a trabalhar no gabinete de um promotor como um assassino de aluguel disfarçado. 

    6 imagens
    1 de 6

    Glen Powell interpreta o professor Gary Johnson, que também trabalha como um falso assassino de aluguel

    Foto: Reprodução

    2 de 6

    Adria Arjona vive Madison, par romântico do protagonista

    Foto: Reprodução

    3 de 6

    Gary Johnson aposta em disfarces para ajudar a criar flagras para a polícia

    Foto: Reprodução

    4 de 6

    Assassino por Acaso

    Foto: Reprodução

    5 de 6

    Mas tudo pode ruir quando ele conhece Madison (Adria Arjona)

    Foto: Reprodução

    6 de 6

    Assassino por Acaso

    Foto: Reprodução

    De acordo com um artigo escrito em 2001 por Skip Hollandsworth, assim como no longa, ele encontra uma mulher que queria matar o marido por sofrer com abusos e a encaminha para ajuda sociais. Na produção, no entanto, a história ganha um toque a mais quando Gary se apaixona e começa a se envolver com a mulher. 

    Glen Powell vai bem em Assassino por Acaso

    A ideia da trama é boa e Glen Powell entrega uma ótima atuação vivendo os mais divertidos e bizarros disfarces, mas ele não é suficiente para emplacar o lado de comédia de Assassino por Acaso. Ao longa, faltam cenas fortes de humor, que arranquem risadas coletivas da plateia. 

    No quesito romance, o filme dirigido por Richard Linklater funciona bem. Ele tem o flerte leve, a empolgação das primeiras vezes, a tensão sexual e o desenvolvimento de uma história ideal com a qual muita gente por aí ainda sonha. Inclusive, reforça que partes importantes de uma relação são lealdade e cumplicidade. 

    Mas faltam suspense e ação para empolgar o público e deixá-lo inquieto ou para despertar a euforia de um filme visto no cinema. Assassino por Acaso se perde no clichê “água com açúcar” que pode te distrair em uma tarde de domingo.