Neste sábado (2/12), o prefeito de Maceió (AL), João Henrique Caldas (União Brasil), disse em vídeo que o ritmo de afundamento do solo da região desacelerou
Na quarta-feira (29/11), a Prefeitura de Maceió decretou estado de emergência na cidade por 180 dias. A causa é o risco iminente de colapso de uma mina da Braskem, localizada na região da lagoa Mundaú, no bairro do Mutange. No dia seguinte, o mapa de risco foi ampliado e, com isso, moradores da região do Bom Parto foram incluídos no programa de realocação.

Mas segundo a advogada alagoana Adriana Mangabeira Wanderley (que denunciou a Braskem), é preciso elencar alguns absurdos do acordo entre a gestão do atual prefeito JHC com a Braskem.
- A Prefeitura de Maceió deu quitação integral à Braskem
- A Prefeitura de Maceió recebeu dinheiro do Bom Parto e não repassou aos moradores
- A prefeitura de Maceió isentou a Braskem de todo e qualquer pedido de indenização
Clique Aqui: Acordo Maceió e Braskem
O senador alagoano Renan Calheiros (MDB-AL) gravou relevante áudio a respeito do assunto e vale a pena ouvir. “O acordo parece perdão, anistia. É como você ser assaltado, e depois fazer um acordo com o assaltante e entregar o seu carro”, afirma o parlamentar.
O fato é que o prefeito JCH tem ajudado a Braskem, fato que tem sido motivo de revolta por parte dos moradores e da opinião público. Isso sem falar no grande trabalho que a empresa tem feito nos bastidores em Brasília, para evitar a instalação da CPI da Braskem.
Confira o áudio de Renan Calheiros:


